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PT78469B

Continuously variable contact lens

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PT78469B, drawing sheet 1
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Expired 23 April 1999, 27.4 years ago.

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34 claims: 6 independent, 28 dependent

  1. 1
    -REIVINDICAÇÕES1. Lente de contacto multifocal, continuamente variavel capaz de crear imagens nitidas de objectos distantes, objectos intermédios e objectos próximos, simultaneamente, na retina do utilizador, compreendendo» um corpo de lente tendo uma superficie côncava e uma superficie convexa, tendo a referida lente uma zona óptica central com um gradiante de potência óptica variando continuamente na zona óptica com a desejada potência de visão a distância na região central da zona óptica e aumentando continuamente para a desejada potência de visão próxima dentro de uma região que tem uma dimensão menor do que a abertura máxima da pupila do utilizador na escuridão.
  2. 2
    Lente de contacto de acordo com a Reivindicação 1, caracteri^ zada por 0 gradiante de potência óptica continuamente variavel aumentar 5 a 5 dioptrias.
  3. 3
    Lente de contacto de acordo cora a Reivindicação 1, caracteri zada por o diâmetro da região de gradiante de potência óptica continuamente variavel ser menor do que 5,4 a 6,7 mm.
  4. 4
    Lente de contacto de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por a superficie côncava da lente ser asférica.
  5. 5
    Lente de contacto de acorde com a Reivindicação 4, caraeterizada por a restante área na zona óptica ser do tipo asfÓrico, esférico ou tórico.
  6. 6
    Lente de contacto de acordo com a Reivindicação 4, caracterjL zada por a restante superficie na zona óptica ser esférica.
  7. 7
    Lente de contacto de acordo com a Reivindicação 6 caraoteri* zada por o diâmetro da região de potência óptica continuamente variável estar entre 5»4 e 6,7 mm.
  8. 8
    Lente de contaeto de acordo com a Reivindicação 7, caracteri zada por a superficie côncava fóra da região de gradiante de potência óptica continuamente variável ser essencialmente esférica.
  9. 9
    Lente de contacto de acordo com a Reivindicação 7» caracteri. zada por a potência da lente no centro estar de acordo com a fórmula» rl x Exp - t x Exp - r2* x Exp n-1 n emjque a curva asférica no centro é designada por r2*, t $ a espessura da lente no centro, rq § o raio da superfioie anterior da zona éptica, Exp o coeficiente de dilatação do material da lente e η o indice de refracção da lente, quando medidas todas as outras dimensães num estado antes da dilatação.
  10. 10
    Lente de contacto de acordo com a Reivindioação 9» caracterizada por a espessura da lente não ser menor do que cerca de 0,04 mm.
  11. 11
    Lente de contacto de acordo com a Reivindicação 9» caracterizada por a espessura minima da junção entre a zona éptica e a superfi cie esférica côncava ter cerca de 0,07 mm,
  12. 12
    Lente de contacto de acordo com a Reivindicação 9, caracterizada por o diâmetro da zona éptica ser cerca de 8 mm, 15. Lente de contacto de acordo com a Reivindicação 9, caracterizada por o diâmetro da lente ter cerca de 12,15 mm.
  13. 13
    14· Lente de oontacto de acordo com a Reivindicação 1, caracterizada por ser feita com um polimero HEMA.
  14. 14
    15. Lente de contacto de acordo com a Reivindicação 1, caracterizada por o gradiante de potência éptica, continuamente variável, ter uma simetria rotacional completa.
  15. 15
    16. Lente de contacto de acordo com a Reivindicação 1, caracterizada por o gradiante de potência éptica, continuamente variável, ser adaptado de modo a fornecer pelo menos uma banda não circular dentro da abertura da pupila para corrigir astigmatismos.
  16. 16
    17. Lente de contacto de acordo com a Reivindicação 1, formada pela compressão de uma amostra do material da lente de encontro a uma primeira superfioie com meios esféricos tendo uma superfioie esférica de raio R para encurvar a superfioie oposta da amostra de material da lente, cortando e polindo a superfície oposta de acordo com a desejada forma esférica côncava, controlando a compressão pelo valor da curvatura do material da lente β o raio R dos meios esféricos de modo que, depois de libertado o material da lente, fique formada uma superfioie cên cava esférica tendo uma dimensão menor do que a abertura máxima da pupi la do utilizador e acabando a primeira superfioie para formar a superfi 62 590 Docket No. P-83155-32 cie convexa da lente para realizar, quando hámida e ailatada, uma lente de contacto com um gradiante de potencial éptíco continuamente variável com a desejada potência de visSo a distância na regiSo central da lente, aumentando a potência da visSo próxima dentro da dimensSo de abertura máxima da pupila.
  17. 17
    18. Lente de contacto de acordo com a ReivindicaçSo 1, formada por moldaçSo.
  18. 18
    19. Lente de contacto de acordo com a ReivindicaçSo 1, formada por fundiçSo.
  19. 19
    20. Mátodo de fabrico de uma lente de contacto multifocal, compreendendo :compressSo do material da lente contactando uma primeira superfi cie com meios esféricos tendo uma superficie esférica de raie R para en curvar a superficie oposta do material da lente;cortar e polir a superficie oposta segundo uma forma desejada esférica côncava;controlar a compressSo pelo valor da curvatura do material da lente e 0 raio R dos meios esféricos de modo que, depois de libertado o material da lente fique formada, depois da dilataçSo da lente, uma superficie cêncava asférica tendo uma dimensSo menor do que a máxima aber tura da pupila do utilizador na escuridSo;e acabamento da primeira superficie de modo a formar uma superficie convexa da lente para produzir uma lente de contacto que, quando hó mida e dilatada, tem um gradiante de potência óptica continuamente variável com a desejada potência de visSo a distância no centro da regiSo da lente, aumentando para a desejada visSo próxima dentro da dimensSo da máxima abertura da pupila do utilizador na escuridSo, de modo que a len te é capaz de criar formas de objectos distantes, objectos intermediários e objectos próximos, simultâneamente, na retina do utilizador.
  20. 20
    21. Método de aoordo com a ReivindicaçSo 20, que inclui 0 passo de primeiro corte prévio de uma forma cêncava na superficie oposta do material da lente antes da compressSo, com · objectivo de evitar fendas no material da lente.
  21. 21
    22. Método de acordo com a ReivindicaçSo 20, em que a primeira superficie é acabada em superficie asférica convexa.
  22. 22
    23. Método de acordo com a ReivindicaçSo 20, em que a primeira superficie é acabada em superficie tórica. 62 590 Dooket No. P-83155-52
  23. 23
    24. Método de acordo com a Reivindicação 20, incluindo o passo ® de controlar a compressão do material para produzir uma lente, no centro está de acordo com a fórmula:Pw- 1 η - 1 η x Exp t x Exp r2* x Exp n-1 n em que a curva asfárica no centro ó designada por r2*, t á a expessura da lente no centro, χχ é o raio da superfície anterior da zona Óptica, Exp é o coeficiente de dilatação do material da lenta e n é o Índice de refracçâo da lente quando hómida, sendo todas as outras medidas em esta do seco, antes da dilatação.
  24. 24
    25. Mátodo de acordo com a Reivindicação 20, incluindo o passo adicional de formação de um molde a partir da lente de oontacto cortada e comprimida e seguidamente fundir uma lente adicional no molde.
  25. 25
    26. Método para fabricação de uma amostra de material da lente com as duas superficies para preparar uma lente de contacto macia tendo um gradiante de potencial óptico continuamente variável dentro de uma re gião menor do que a abertura máxima da pupila do utilizador na escuridão, quand© a lente estiver acabada e pronta para utilização, compreendendo:compressão de uma amostra de material da lente de contacto por contacto com uma primeira superfície com meios esféricos tendo uma super ficie esférica de raio R para encurvar a superfície oposta do material da lente;Λ corte e polimento da superfície oposta com a forma côncava desejada;e controle da compressão pelo valor da curvatura da amestra de material da lente e o raio R dos meios esféricos de modo que, depois da li bertação do material da lente, fique formada uma superfície asfárica cõn cava tendo uma dimensão menor do que a máxima abertura da pupila do utilizador na escuridão, depois de acabada a lente de contacto,
  26. 26
    27. Método de acordo com a Reivindicação 26 em que a superfície oposta é acabada em forma esférica.
  27. 27
    28. Método para fabricação de um molde para formar uma lente de contacto tendo um gradiante de potencial óptico continuamente variável dentro de uma região menor do que a abertura máxima da pupila do utilizador na escuridão, quando a lente está acabada e dilatada, pronta para utilização, compreendendo:62 590 Locket No. P-83155-32 eompressão de uma amostra de metal tendo duas superficies planas opostas, pelo contacto da primeira superfície com meios esféricos tendo uma superfície esférica de raio R para encurvar a superfície opo£ ta da amostra de metal;corte e polimento da superficie oposta da amostra de metal com a forma côncava desejada;controle da compressão pelo valor da curvatura da amostra e do raio R dos meios esféricos de modo que, depois da libertação da amostra de metal, fique formada uma superficie côncava asférica;e formação de um molde a partir da forma positiva de metal, por meio da qual o material da lente de contacto fundida no molde produz uma lente tendo uma superficie esférica côncava dentro de uma região menor do que a máxima abertura da pupila do utilizador na escuridão, depois de acabada a lente de contacto formada a partir da amostra de material da lente;pelo que a lente acabada, formada a partir da amostra é adequada para obter imagens nítidas de objectos distantes, de objectos intermediários e de objectos préximos, simultaneamente, na retina de um utilizador.
  28. 28
    29. Método de acordo com a Reivindicação 28 incluindo um passo de acabamento da primeira superficie para formar uma superficie convexa antes de fornecer o molde de modo que o material da lente de contacto quando fundido no molde tenha um gradiante de potencial éptico continuamente variável com a desejada potência de visão a distância no centro da região da lente, aumentando para a desejada potência de visão próxima, com a dimensão da máxima abertura da pupila de um utilizador.
  29. 29
    30. Lente de contacto multifocal continuamente variável, adequada para criar imagens nítidas de objectos distantes de objectos intermediários e objectos préximos, simultâneamente, na retina de um utilizador, compreendendo:um corpo de lente com uma superficie côncava e uma superficie cçn vexa, tendo a referida lente uma zona éptica central com um gradiante de potencial éptico continuamente variável na zona éptica com a desejada p£ tência de visão a distância na região central dessa zona éptica e aumentando continuamente para a desejada potência de visão préxima dentro de uma região que tem um diâmetro menor do que cerca de 6 mm, sendo a super ficie côncava asférica com a zona éptica, e a superficie convexa na zona éptica pode ser asférica, esférica ou térica. 62 590 Docket No. P-85155-32 -224
  30. 30
    31. Lente de contacto de acordo com a Reivindicação 30, em que a superficie convexa na zona éptica ê esférica.
  31. 31
    32. Lente de contacto de acordo com a Reivindicação 30, em que o corpo da lente ê formado por um polimero HEMA,
  32. 32
    33· Lente de contacto multifocal continuamente variável adequada para criar imagens nítidas de objectos afastados, de objectos intermédios, e de objectos próximos, simultâneamente, na retina de um utilizador, compreendendo:um corpo de lente tendo uma superficie côncava e uma superficie convexa, tendo a referida lente uma zona óptica central com um gradiante de potência de visão continuamente variável na zona óptica com a desejada potência de visão a distância na região central da zona óptica e aumentando continuamente para a desejada potência de visão próxima dentro de uma região que tem uma dimensão menor do que a máxima abertura da pupila do utilizador na escuridão em que a potência da lente no centro da zona óptica está de acordo com a fórmulaj P w » 1 η—1 rl x Exp t x Exp R2* x Exp n-l n em que a curva asfórica no centro ó designada por r2*, t é a espessura da lente no centro, 0 raio da superficie anterior da zona óptica ó rl, Exp é o ooeficiente de dilatação para 0 material da lente e n é 0 índice de refracção da lente quando macia, todas as outras dimensães no estado de seco.
  33. 33
    34· Lente de contacto de acordo com a Reivindicação 33 em que a espessura da lente no centro não é menor do que cerca de 0,04 mm
  34. 34
    35· Lente de contacto de acordo com a Reivindicação 33 em que a espessura minima da junção entre a zona óptica e a superficie cêncava esfárica é cerca de 0,07 mm. Lisboa, 73.Ό34 p Or BENJAMIN NTJCHMAN, e SANG Y. WHANG, - 0 AGENTE OFICIAL -
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